Justiça condena 10 réus investigados pela 'Operação Cartas em Branco'

Ex-prefeito, vice e vereadores foram considerados culpados pelos crimes de corrupção ativa e passiva, além de associação criminosa e desvio de recursos públicos

    • Da Redação CBN Ribeirão
    • Luan Amaral

 

Juliano Mendonça Jorge, ex-prefeito de Miguelópolis, foi condenado a 18 anos de reclusão.
 

Confira o tempo de reclusão de cada um dos réus. As condenações variam de 5 a 18 anos de prisão:  

Juliano Mendonça Jorge (ex-prefeito): condenado a 18 anos e 8 meses de reclusão em regime fechado e pagamento de 194 dias-multa por corrupção ativa e desvio de recursos públicos; está preso em Tremembé (SP);  

Tarcio Rodrigues Barbosa (ex-vice-prefeito): condenado a 7 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado por desvio de recursos públicos; encontra-se preso;  

André da Silva Freitas (ex-vereador): condenado a 5 anos de reclusão em regime fechado e ao pagamnto de 110 dias-multa por corrupção passiva; pode apelar em liberdade;  

João Tadeu Jorge Junior (ex-vereador): condenado a 7 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 166 dias-multa por corrupção passiva; pode apelar em liberdade;  

Julio Cesar Guimarães Mendonça Júnior (ex-vereador): condenado a 7 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 166 dias-multa por corrupção passiva; pode apelar em liberdade;  

Matheus Garofalo Fernando (ex-vereador): condenado a 7 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 166 dias-multa por corrupção passiva; pode apelar em liberdade;  

Vicente de Paula Moura (ex-vereador): condenado a 7 anos e 6 meses de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 166 dias-multa por corrupção passiva; pode apelar em liberdade;  

Willian Miguel de Faria (empresário): condenado a 18 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 166 dias-multa por associação criminosa, corrupção ativa e desvio de recursos públicos; encontra-se preso;  

Thiago Barbosa Massi (funcionário do posto): condenado a 18 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 166 dias-multa por associação criminosa, corrupção ativa e desvio de recursos públicos; pode apelar em liberdade;  

Adriana Cristina da Silva (funcionária pública): condenada a 8 anos, 6 meses e 15 dias de reclusão em regime fechado e ao pagamento de 83 dias-multa por corrupção ativa e desvio de verba pública; pode apelar em liberdade.  

CLIQUE AQUI e confira todos os detalhes da operação e das condenações. O material foi produzido pelo jornalista Réger Sena.


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