Após seis meses, vítimas ainda aguardam laudo de acidente na Régis Bittencourt

Em janeiro deste ano, uma pessoa morreu, 25 ficaram feridas e outras cinco precisaram ser socorridas em estado grave depois de uma colisão

    • ACidadeON/Ribeirao
    • Da reportagem

  

Maria Conceição e Romira estavam na excursão (Foto: Reprodução EPTV)

Há seis meses, Maria Conceição e o seu marido, Romiro dos Reis, ainda aguardam uma resposta sobre o que teria causado um grave acidente de ônibus na rodovia Regis Bittencourt, próximo a Miracatu (SP), no início deste ano. Uma pessoa morreu, 25 ficaram feridas e outras cinco precisaram ser socorridas em estado grave.  

O veículo, que saiu de Pontal com 43 passageiros e tinha como destino a cidade de Camboriú (SC), bateu na traseira de um caminhão de peixe. O motorista da excursão não resistiu aos ferimentos e morreu no local.  

Já o casal de aposentados, que a bordo, sofreu fraturas nas costelas. "Me lembro de levantar para pegar um lanche e sentir a batida. O barulho foi de um estouro", ela afirma.  

Na época, a informação era de que o laudo sobre a causa do acidente sairia em até 60 dias, mas até hoje as vítimas aguardam um posicionamento da investigação e da empresa responsável pelo transporte, a Viação Sertanezina.  

"Sempre nos dizem que ainda não pegaram, não foi feito ou que não concluiu. A verdade é que não tivemos uma resposta", conclui.  

Investigação  

Após a colisão, foi divulgado que o ônibus que levava os passageiros havia sido trocado em Pirassununga, já que o primeiro apresentou problemas mecânicos.  

"Se for comprovada a falha mecânica no segundo, isso poderia orientar uma ação judicial. As pessoas poderiam usá-lo para questionar na Justiça por que esse ônibus não foi mantido de forma correta e gerar uma indenização pelo acidente", ressalta Igor Savenhago, genro de uma das vítimas. (Com EPTV)

Outro lado  

Questionada pela EPTV, a SSP (Secretaria de Segurança Pública) informou que, por conta do feriado, não conseguiria responder a demanda. Já a Viação Sertanezina não se posicionou sobre o caso.  




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