Dirigentes pedem reformulação a partir da base após novo vexame

Nos últimos anos, poucas promessas deixaram o Palma Travassos para figurar em grandes clubes

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F.L.PITON / A CIDADE - 09.JUN.2015
Estevão, hoje no Fluminense, foi a última revelação vendida (foto: F.L.PITON / A CIDADE - 09.JUN.2015)

 

Rebaixado à Segunda Divisão, equivalente à quarta e última série do Estado, o Comercial vive uma crise na revelação de talentos. Muitos foram os jogadores que começaram nas categorias de base do clube e alçaram voos altos na carreira. Mas, nos últimos anos, poucas promessas deixaram o Palma Travassos para figurar em grandes clubes. O último deles foi o atacante Estevão, negociado com as categorias de base do Fluminense em março de 2016.

De acordo com o presidente do Conselho Deliberativo do Leão, David Isaac, a reestruturação do clube passa pelo investimento na formação de jogadores. “Temos que pensar em fazer jogador, não fazemos negócio [com atletas da base] há um ano. Os últimos foram o Igor Carioca [negociado com o Asteras Trípolis, da Grécia] e o Estevão. Não adianta achar que o clube vai viver de sócio torcedor e da renda dos jogos”, explicou.

Para Rangel Scandiuzzi, presidente do Comercial entre os anos de 2010 e 2011, chegou a hora de repensar a forma de gerir o clube. “É preciso elaborar um projeto para que o Comercial volte de uma forma mais consistente. Futebol é negócio e deve ser gerido assim, acabou a fase dos mecenas”, analisou. 


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